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Igreja Universal é condenada por agressão à idosa

A Igreja Universal do Reino de Deus de Rio das Ostras, no Rio de Janeiro, foi condenada pela Justiça a pagar uma indenização de R$ 51 mil para uma aposentada vítima de agressão dentro do templo da igreja.

Em agosto de 2004, Edilma Alexandre de Oliveira, à época com 71 anos, levou um chute de um auxiliar de pastor. A idosa foi lançada a uma distância de três metros e sofreu uma fratura na perna.

Edilma havia sido convidada por uma amiga para participar de um culto e naquele dia tinha a chamada sessão do descarrego. Ao seu lado sentou um homem que, ao receber algum tipo de espírito, acabou atingindo a perna.

De lá pra cá, Edilma já passou por duas cirurgias para colocação de parafusos de platina e ficou impossibilitada de fazer seus serviços domésticos e os doces que vendia para ajudar no sustento. Até hoje ela anda com cadeira de rodas.

A defesa da aposentada informou que a mulher provavelmente não voltará a andar. Segundo a defesa, à época, a igreja chegou a ajudar no tratamento de Edilma, mas quando viu que o estado de saúde da idosa piorou, a atenção teria sido suspensa.


Máfia do Apito é condenada

Após cinco anos, a Justiça de São Paulo condenou os envolvidos no escândalo que ficou conhecido como a Máfia do Apito, que fraudava os resultados dos jogos dos campeonatos Paulista e Brasileiro a mando de apostadores, num esquema comandado pelo empresário Nagib Fayad.

Entre os condenados ao pagamento de uma indenização milionária (R$ 160 milhões) pelos danos materiais e morais causados aos consumidores pela manipulação dos campeonatos em 2005 está o ex-árbitro Edilson Pereira de Carvalho, que mora em Jacareí.

Além de Carvalho, foram sentenciados a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e Nagib Fayad. Na mesma ação, a Federação Paulista de Futebol, Paulo José Danelon e novamente Fayad foram condenados a pagar outros R$ 20 milhões.

A decisão foi do juiz José Paulo Camargo Magano, da 17ª Vara Cível de São Paulo. Cabe recurso. As condenações se deram “solidariamente”, ou seja, se um réu não tem condições de pagar, o outro tem que arcar com a multa.