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Preso suspeito de matar irmãs em Cunha


Ananias dos Santos, 25 anos, suspeito pelo assassinato das irmãs Josely Oliveira, 16 anos, e Juliana Oliveira, 15 anos, foi preso na manhã de hoje por policiais da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Guaratinguetá. O acusado era procurado desde o último dia 28, quando os corpos das adolescentes foram encontrados em um matagal a menos de três quilômetros da casa da família, no bairro Jacuí, zona rural de Cunha.

Santos foi preso na casa da sua irmã, que fica no mesmo bairro onde moravam as vítimas e ocorreu o crime. A arma usada para matar as jovens, uma espingarda calibre 22, foi encontrada enterrada na Serra da Bocaina. Em depoimento, o acusado teria confessado o duplo homicídio. Segundo a Polícia Civil, ele disse que as adolescentes foram mortas a tiros, na mesma noite do desaparecimento –dia 23 de março.

O suspeito estava na lista dos mais procurados pela Polícia Civil de São Paulo. Segundo a polícia, as adolescentes foram mortas porque Santos queria provar seu amor para a namorada, uma enfermeira de 50 anos. O assassinato seria uma forma de justificar que não estaria apaixonado por Juliana –fato que teria causado ciúmes em sua companheira. Santos é foragido do Pemano, de Tremembé, e já foi preso por roubo e formação de quadrilha.

Os corpos das jovens foram encontrados na Fazenda Santa Mônica, na Estrada do Jacuí, seis dias após o desaparecimento. Josely foi morta com dois tiros, um no peito e outro na cabeça, e Juliana com quatro disparos, um na cabeça e três no peito. O crime chocou a população da pequena cidade e ganhou repercussão nacional. Até a tarde de hoje, não foi informado se a namorada de Santos também será investigada como cúmplice. À época do crime, a Justiça havia negado a prisão preventiva da mulher.


Caso Cunha: suspeito de matar irmãs entra na lista dos mais procurados no Estado

Ananias dos Santos, 26 anos, suspeito de matar as irmãs Josely Laurentino de Oliveira, 16 anos, e Juliana Vânia de Oliveira, 15 anos, na última semana, em Cunha, entrou para a lista dos mais procurados pela Polícia Civil de São Paulo.

O acusado teve a prisão decretada pela Justiça na última terça-feira e está foragido. Segundo a polícia, as adolescentes foram mortas porque Santos queria provar seu amor para a namorada ciumenta, uma enfermeira de 50 anos. A mulher teve a prisão temporária negada pela Justiça.

A lista dos mais procurados tem 25 nomes, entre eles, o ex-médico Roger Abdelmassih, acusado de estupro, o vigia Evandro Bezerra da Silva e o advogado Mizael Bispo de Souza, suspeitos pela morte de Mércia Nakashima, e Edson Bezerra de Gouveia, que teria matado a supervisora de vendas Vanessa Vasconcelos Duarte.

Santos é foragido do Pemano, de Tremembé, e já foi preso por roubo e formação de quadrilha. Nascido em Cunha, o acusado conhecia os pais das adolescentes, enterradas na manhã de anteontem em clima de comoção e revolta na cidade.

Os corpos das jovens foram encontrados na Fazenda Santa Mônica, na Estrada do Jacuí, a menos de três quilômetros da casa delas, seis dias após o desaparecimento –dia 23. Josely foi morta com dois tiros, um no peito e outro na cabeça, e Juliana com quatro disparos, um na cabeça e três no peito.

A Divisão de Capturas da Polícia Civil disponibiliza canais de comunicação para receber informações dos foragidos. As denúncias podem ser feitas por meio do telefone (11) 3311-3165, pelo disque-denúncia (181) ou pelo e-mail procurados@policiacivil.SP.gov.br.


Prova de amor?

 

Prova de amor? Mais assustador que o assassinato das irmãs Josely Laurentino de Oliveira, 16 anos, e Juliana Vânia de Oliveira, 15 anos, na última semana em Cunha, é o motivo dos crimes. As adolescentes foram mortas porque um rapaz de 26 anos queria provar seu amor para a namorada ciumenta, segundo a Polícia Civil.

Não que existam motivos que justifiquem um assassinato, mas usar o amor, um sentimento tão sublime, para dar razão a algo tão torpe nos faz repensar o quanto vil pode se tornar um ser humano. Quem ama não mata. E quem mata tem que ficar atrás das grades.

O suspeito está foragido e a Justiça negou a prisão temporária de sua namorada, uma mulher de 50 anos, que supostamente seria cúmplice dos crimes. O suspeito estaria apaixonado por Juliana e teria matado a jovem e a irmã dela para provar à sua companheira que não estaria interessado na adolescente.

Sou avesso a textos sentimentais, com carga dramática, mas hoje me permiti externar o que senti ao ler na imprensa a justificativa para o assassinato das jovens. Nesse caso, o jornalista que preza pela imparcialidade ficou de lado para que o Marcelo falasse o que pensa sobre esse revoltante caso de duplo homicídio.

Segundo a polícia, o suspeito dos crimes é Ananias dos Santos, 26 anos, um foragido do Pemano, de Tremembé, preso por roubo e formação de quadrilha. Nascido em Cunha, o acusado conhecia os pais das adolescentes, enterradas na manhã de ontem em clima de comoção e revolta na cidade.

Os corpos das jovens foram encontrados na Fazenda Santa Mônica, na Estrada do Jacuí, a menos de três quilômetros da casa delas, seis dias após o desaparecimento. Josely foi morta com dois tiros, um no peito e outro na cabeça, e Juliana com quatro disparos, um na cabeça e três no peito.

Elas estavam desaparecidas desde o último dia 23, quando desceram do ônibus escolar, no início da noite daquela quarta-feira, e não foram mais vistas. As jovens caminhavam dois quilômetros do ponto até a casa da família. O arrebatamento teria ocorrido nesse trajeto. Para a polícia, o crime teve a participação de outra pessoa porque Santos não conseguiria carregar sozinho os corpos até o terreno da fazenda que é de difícil acesso.


Irmãs são encontradas mortas em Cunha

As irmãs Joseli Laurentino de Oliveira, 16 anos, e Juliana Vânia de Oliveira, 15 anos, que estavam desaparecidas havia cinco dias, foram encontradas mortas na manhã de hoje, em Cunha. O crime abalou os moradores da pequena cidade e teve repercussão na imprensa nacional.

Os corpos estavam em um matagal, no bairro Jacuí, perto da casa das vítimas. Há vestígios de esganadura, segundo a Polícia Civil. Não foram confirmados sinais de abuso sexual, embora a hipótese não esteja descartada, já que as roupas das meninas estavam rasgadas.

As adolescentes foram vistas pela última vez quando voltavam da escola, zona rural da cidade, no final da tarde de quarta-feira. Desde então eram procuradas pela polícia, que usaram cães farejadores nas buscas.

Exame do IML (Instituto Médico Legal) determinará a causa da morte. Até a tarde de hoje nenhum suspeito pelo duplo homicídio foi identificado. No ano passado, foram registrados quatro assassinatos na cidade.